A estrada estava parada.
E lágrimas desceram e molharam os sinais
A silhueta esgueirou-se no pó
E o lume espalhou a confusão muda
Um dia a estrada não estará no mesmo lugar
E só chegaremos a rios incertos.
Custódia Santos custodia-santos@hotmail.com
Abriste a gaveta… As tuas obras inacabadas ainda lá estão e dizem do passado que já não intimida; das coisas e dos outros, de desordens e cedências, de amores e ódios e choros, de avanços e recuos que marcam o suave declive rugoso das horas... E tu estiveste nas tuas palavras como ora estás para as ler ou para as ouvir daquele que as reconheceu em cortinas de emoções ou que quer fazer jus à sua música. Traz ou despreza o disfarce, mas vem ler connosco!
Sem comentários:
Enviar um comentário