O silêncio das palavras
é tão só o indizível
da Alma,
da mais profunda anatomia
do sentimento…
Nas águas passadas
flui o que de mais
genuíno temos aqui…
dentro.
O que somos,
o que dizemos,
nem sempre as palavras
são ouvidas
com o nosso pensamento.
E somos tão pouco,
mas tanto
em mistério e consistência;
e tanto
no indizível consciente
da nossa inconsciência.
Jacinta Salgueiro jacinta.salgueiro@gmail.com
Abriste a gaveta… As tuas obras inacabadas ainda lá estão e dizem do passado que já não intimida; das coisas e dos outros, de desordens e cedências, de amores e ódios e choros, de avanços e recuos que marcam o suave declive rugoso das horas... E tu estiveste nas tuas palavras como ora estás para as ler ou para as ouvir daquele que as reconheceu em cortinas de emoções ou que quer fazer jus à sua música. Traz ou despreza o disfarce, mas vem ler connosco!
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